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Aeródromos

  • Cadastro de Aeródromos
    • Preciso cadastrar meu aeródromo?
      • Para que o aeródromo possa ser utilizado para atender a aviação civil, ele deve ser cadastrado junto à ANAC.

        A inscrição de aeródromo no Cadastro abrange os processos de:

        - homologação, no caso de aeródromo público;
        - registro, no caso de aeródromo privado.

        As finalidades do cadastramento junto à ANAC são:

        - a divulgação de dados e características no AIS (Serviço de Informação Aeronáutica); e
        - o registro de características para cobrança de tarifas aeroportuárias, preços específicos e tarifas de uso das comunicações e de auxílio à navegação aérea, sem prejuízo da expedição da autorização pela ANAC para o início dessa cobrança.

        Última modificação: 25/07/2019 11h34

    • Como é feita a inscrição cadastral de um aeródromo público?
      • A inscrição cadastral de aeródromos públicos ocorre por meio do processo de homologação. Somente após a conclusão da homologação, o aeródromo público será aberto ao tráfego aéreo.

        Aeródromos públicos somente podem ser excluídos do cadastro mediante ato administrativo da ANAC. E as propriedades vizinhas aos aeródromos públicos estão sujeitas a restrições especiais, em relação ao plano básico de zona de proteção de aeródromos e ao plano de zoneamento de ruídos.

        Última modificação: 25/07/2019 11h34

    • Como é feita a inscrição cadastral de um aeródromo privado?
      • A inscrição cadastral de aeródromos privados ocorre por meio do processo de registro. Somente após a conclusão do registro, o aeródromo privado será aberto ao tráfego aéreo.

        Os aeródromos privados só poderão ser utilizados com permissão de seu proprietário, vedada a exploração comercial, ou seja, o proprietário não pode sujeitar os usuários de seu aeródromo ao pagamento de tarifas.

        Aeródromos privados podem ser fechados a qualquer tempo pelo proprietário ou pela ANAC.

        Última modificação: 25/07/2019 11h34

    • Como se mantém a regularidade de um heliponto perante a ANAC?
      • O proprietário de heliponto é responsável por manter o seu cadastro atualizado junto à ANAC, renovando-o a cada 10 anos, solicitando autorização para modificação (em caso de características físicas) e alteração de dados cadastrais quando houver, nos termos da Resolução nº 158, de 13/07/2010 e Portaria nº 3352/SIA, de 30/10/2018. No caso de helipontos públicos ou privados elevados, aplicam-se os requisitos de projeto estabelecidos no Regulamento Brasileiro de Aviação Civil - RBAC nº 155.

        Última modificação: 05/10/2020 16h39

    • Como é feita a atualização ou alteração cadastral de um aeródromo?
      • Com o tempo, algumas características físicas e operacionais do aeródromo podem ser alteradas. Por exemplo, os números das cabeceiras mudam devido à alteração do rumo magnético, a elevação do aeródromo devido a uma medição mais precisa, a construção de uma nova pista de táxi, de um pátio de estacionamento de aeronaves, ou mesmo a alteração do tipo de operação do aeródromo para IFR.

        • alteração de dado ou informação sobre característica física ou operacional anteriormente inscrito;
        • exclusão, com cancelamento dos efeitos do ato administrativo que autorizou o cadastramento.

         

        Para incluir essas novas informações no cadastro, o operador de aeródromo deverá fazer o pedido de cadastramento à ANAC. Novas infraestruturas construídas na área de movimento, ou alteração do tipo de operação (IFR, por exemplo), somente serão abertos ao tráfego aéreo após a conclusão do cadastramento.

        Esse pedido também é chamado de alteração cadastral.

        Última modificação: 25/07/2019 11h34

    • O que é a autorização prévia?
      • A construção de um aeródromo e a modificação de suas características físicas dependem de autorização prévia da ANAC.

        Esse processo é a fase preparatória à inscrição cadastral do aeródromo ou à atualização da inscrição de um aeródromo já existente no Cadastro de Aeródromos.

        Última modificação: 25/07/2019 11h34

    • Quais os procedimentos para obtenção do Código CIAD?
      • O código CIAD é gerado pela ANAC quando é solicitada autorização prévia de construção. Ao fim do processo, o código é informado ao interessado.

        Caso o aeródromo se encontre em faixa de fronteira, o interessado deve solicitar o CIAD através do e-mail cadastro.aeroportuario@anac.gov.br e na sequência, solicitar parecer favorável junto ao Comando da Aeronáutica antes de peticionar o processo de autorização prévia de construção. A deliberação favorável do COMAER é exigida pelo Conselho de Defesa Nacional - CDN para a análise de aeródromo que se pretende construir em área de faixa de fronteira.

        Cumpre destacar que os códigos CIAD de aeródromos autorizados até o fim de 2018 estão disponíveis para consulta no site da ANAC, em https://www.anac.gov.br/assuntos/setor-regulado/aerodromos/cadastrode-
        aerodromos/processos/codigo-de-identificacao-do-aerodromo-ciad
        . Assim, caso o aeródromo tenha sido autorizado até o fim de 2018, mas não se tenha conhecimento do seu CIAD, recomenda-se consultar o link antes de solicitar um CIAD à ANAC.

        Última modificação: 05/10/2020 16h29

    • Como é feita a renovação cadastral do aeródromo?
      • As informações de um aeródromo constantes no Cadastro de Aeródromos têm validade de 10 (dez) anos, podendo ser renovável por igual período, desde que estejam mantidas as condições técnicas para as quais o aeródromo foi aberto ao tráfego aéreo.

        A renovação do cadastro deve ser requerida à ANAC com antecedência mínima de 60 (sessenta) dias antes do término do prazo de validade.

        Última modificação: 25/07/2019 11h34

    • Quais aeródromos devem ser cadastrados na ANAC?
      • Todo aeródromo destinado à aviação civil deve ser cadastrado junto à ANAC.

        Última modificação: 25/07/2019 11h34

    • Qual a Legislação aplicável ao processo de cadastramento?
    • Como solicito a alteração de informação do aeródromo no Cadastro de Aeródromos da ANAC?
    • Quais são as modificações que requerem análise do COMAER para a alteração do Cadastro?
      • A ICA 11-3 define quais são os tipos de alterações de características físicas e operacionais que devem ser submetidas à análise.

        Última modificação: 25/07/2019 11h34

    • A Inscrição no Cadastro de Aeródromos também requer o envio de deliberação favorável do COMAER?
      • Deve ser anexada cópia do Parecer do COMAER, com deliberação favorável, em processo de alteração quando a alteração pretendida estiver prevista na Instrução do Comando da Aeronáutica ICA 11-3 (Tabela 6-1).

        Última modificação: 02/06/2020 13h22

    • Onde se obtém uma listagem de Helipontos cadastrados na ANAC?
    • Quais aeródromos precisam enviar desenhos técnicos (plantas) em complemento da documentação necessária para o processo de cadastramento?
      • A Agência não demanda o envio de desenhos técnicos para os processos descritos na Portaria nº 3.352/SIA, de 30 de outubro de 2018, inclusive para o processo de cadastramento de aeródromo.

        Última modificação: 02/06/2020 13h24

    • Caso um aeródromo privado tenha o interesse em se tornar público, há necessidade de envio de deliberação favorável do COMAER?
      • Sim, é necessário parecer do COMAER no processo de inscrição cadastral de um aeródromo privado que esteja sendo aberto ao tráfego aéreo público.

        Última modificação: 25/07/2019 11h34

    • É necessária inspeção da ANAC?
      • A inscrição ou atualização no Cadastro de Aeródromos poderá ser precedida de inspeção da ANAC, a fim de verificar o atendimento dos requisitos técnicos do RBAC 154 de acordo com as condições para as quais o aeródromo ou a nova infraestrutura será utilizada.

        Última modificação: 25/07/2019 11h34

    • Em que situações pode ocorrer a exclusão de dados de um aeródromo no Cadastro de Aeródromos?
      • A exclusão de um aeródromo do Cadastro poderá ocorrer nos seguintes casos:

        quando o aeródromo ficar interditado por prazo igual ou superior a 6 (seis) meses;
        quando decorridos 180 (cento e oitenta) dias do vencimento da validade da inscrição no cadastro;
        quando forem feitas alterações nas características físicas ou operacionais sem autorização;
        quando identificados riscos à segurança operacional ou de segurança da aviação civil contra atos de interferência ilícita;
        no caso de aeródromos privados – quando forem noticiados conflitos com normas municipais, distritais, estaduais e federais, bem como com aquelas referentes aos órgãos ambientais.

        Última modificação: 25/07/2019 11h34

    • Quais os procedimentos para exclusão de um aeródromo do cadastro da ANAC?
      • Para que um aeródromo seja excluído por interesse do proprietário é necessário o peticionamento eletrônico no Sistema Eletrônico de Informações - SEI ANAC de processo do tipo "Aeródromos: Exclusão Cadastral de Aeródromo", onde conste a documentação prevista na Portaria nº 3352/SIA, de 30/10/2018.

        Última modificação: 05/10/2020 16h34

    • Quais os tipos de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) que devem ser apresentadas?
      • O procedimento atual não exige que a cópia da ART seja apresentada, mas sim que sejam informados no Requerimento os dados da ART para conferência online pela ANAC no site do CREA. Caso o CREA não possibilite essa consulta, resta necessária a anexação de cópia da ART, que deve ser do tipo “Execução” ou “Projeto e execução”.

        Última modificação: 25/07/2019 11h34

    • Existe alguma restrição quanto à localidade de registro da ART do profissional responsável?
      • Sim, a ART deve estar devidamente anotada no CREA da mesma região onde foi exercida a atividade, que é o CREA da UF onde se localiza o aeródromo/heliponto, conforme Resoluções do CONFEA.

        Última modificação: 25/07/2019 11h34

    • Em que situações serão aceitas RRT (Registro de Responsabilidade Técnica) do CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo)?
      • O RRT do CAU pode ser aceito quando se tratar de construção ou ampliação de edificações na área patrimonial do aeródromo ou de construção ou alteração de acesso às áreas restritas de segurança.

        Última modificação: 25/07/2019 11h34

    • Quando é necessário o pagamento de TFAC?
      • As TFAC para os serviços relativos ao Cadastro de Aeródromos estão previstas no Anexo III da Lei de Criação da ANAC. A Tabela a seguir exibe os códigos com os links para gerar a Guia de Recolhimento da União - GRU correspondente ao serviço.

         

        Tipo de Serviço

        Código

        Valor

        AUTORIZAÇÃO DE CONSTRUÇÃO DE AERÓDROMO OU DE HELIPONTO PRIVADO

        5332

        R$ 341,20

        MODIFICAÇÃO DE CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DE AERÓDROMO OU DE HELIPONTO PRIVADO

        5333

        R$ 341,35

        RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE AERÓDROMO OU HELIPONTO PRIVADO

        5334

        R$ 409,41

        HOMOLOGAÇÃO DE AEROPORTO DE 1ª CATEGORIA

        5350

        R$ 73485,36

        HOMOLOGAÇÃO DE AEROPORTO DE 2ª CATEGORIA

        5351

        R$ 49386,77

        HOMOLOGAÇÃO DE AEROPORTO DE 3ª CATEGORIA

        5352

        R$ 32435,22

        HOMOLOGAÇÃO DE AEROPORTO DE 4ª CATEGORIA

        5353

        R$ 23124,55

        HOMOLOGAÇÃO DE AEROPORTO NÃO CATEGORIZADO

        5354

        R$ 4911,12

        REGISTRO DE AERÓDROMO DE USO PRIVADO

        5355

        R$ 1364,20

        Última modificação: 25/07/2019 11h34

    • É possível adiantar o processo enviando apenas parte da documentação no intuito de agilizar o processo?
      • Não, a análise técnica não será inicializada enquanto a documentação não estiver de acordo com a legislação.

        Última modificação: 25/07/2019 11h34

    • Em caso de outras dúvidas, como consigo mais informações sobre o processo de alteração cadastral?
    • Preciso de autorização da ANAC para a realização de obra em um aeródromo?
      • Caso a obra implique na modificação de alguma característica física do aeródromo existente, deve-se observar o processo de autorização prévia para modificação de característica física de aeródromo de uso privado, regido pela Resolução nº 158/2010 e, sobretudo, pela Portaria nº 3.352/SIA, de 2018.

        O procedimento em questão somente é necessário caso a obra realizada implique modificações de alguma das características físicas listadas no art. 2º, § 3º da Resolução ANAC nº 158, de 13 de julho de 2010.

        Última modificação: 05/10/2020 16h42

    • Preciso de autorização da ANAC para a realização de uma obra localizada ao redor do sítio aeroportuário?
      • Não compete à ANAC fiscalizar ou autorizar obras ou instalações que estejam fora da área patrimonial dos aeródromos.

        Construção de edificações, torres, postes, antenas, etc, chamados de “objetos projetados no espaço aéreo”, devem ser submetidos à análise do Departamento de Controle do Espaço Aéreo do Comando da Aeronáutica – DECEA/COMAER, que pode ser contatado pelo seguinte endereço eletrônico: https://www.decea.gov.br/?i=utilidades&p=fale-conosco.

        Última modificação: 05/10/2020 16h44

  • Gerenciamento do Risco da Fauna nos Aeródromos Públicos
    • Qual é a legislação que trata do Gerenciamento do Risco da Fauna nos Aeródromos Públicos no âmbito de atuação da ANAC?
      • Por meio da Resolução nº 611/2021, o Gerenciamento de Risco da Fauna nos Aeródromos Públicos passou a ser tratado no âmbito do Regulamento Brasileiro de Aviação Civil (RBAC) nº 153.  Assim, o antigo RBAC nº 164 (“Gerenciamento do Risco da Fauna nos Aeródromos Públicos”) foi revogado, com toda parte referente à risco da fauna sendo incorporada na Subparte H do RBAC nº 153.

        O referido regulamento está disponível em:

        RBAC 153 EMD 06 — Agência Nacional de Aviação Civil ANAC

        Complementarmente, a Portaria ANAC nº 3352/SIA dispõe sobre a relação de documentos e prazos de análises que envolvem aprovação de PGRF de Aeródromo Público, dentre outros processos, e está disponível em:

        PORTARIA Nº 3352/SIA, 30/10/2018 — Agência Nacional de Aviação Civil ANAC

        Última modificação: 08/07/2021 17h31

    • Que tipo de aeródromo necessita de Identificação do Perigo da Fauna (IPF) e do Programa de Gerenciamento do Risco da Fauna (PGRF)?
      • Os que se enquadram nos critérios abaixo, de acordo com o RBAC 153:

        (1) o aeródromo for enquadrado nas classes III ou IV, conforme o RBAC 153;

        (2) for constatada a necessidade de realização de uma Identificação do Perigo da Fauna - IPF e de um Programa de Gerenciamento do Risco da Fauna – PGRF, conforme gerenciamento realizado pelo operador aeroportuário; e

        (3) a ANAC, a qualquer tempo, demandar a elaboração de uma IPF e de um PGRF quando identificar situações que possam causar risco à segurança operacional.

        Última modificação: 08/07/2021 17h31

    • Como encaminhar à ANAC os documentos referentes ao Gerenciamento do Risco da Fauna à Anac?
      • Conforme disposto na Portaria ANAC nº 3352/SIA, deve ser encaminhada documentação por intermédio de protocolo eletrônico no Sistema Eletrônico de Informações da ANAC (SEI! - ANAC).

        Orientações quanto ao protocolo eletrônico podem ser obtidas no endereço eletrônico Protocolo Eletrônico — Português (Brasil) (www.gov.br)

        Última modificação: 08/07/2021 17h32

    • A submissão de uma Identificação do Perigo da Fauna (IPF) e um Programa de Gerenciamento do Risco da Fauna (PGRF) para análise da ANAC enseja pagamento de Guia de Recolhimento da União (GRU)?
      • Não é necessário o recolhimento de GRU para a realização de análise e verificação de conformidade de IPF e PGRF.

        Última modificação: 08/07/2021 17h32

    • Há algum requisito exigido do profissional habilitado a elaborar uma Identificação do Perigo da Fauna (IPF)?
      • RBAC nº 153 define que a IPF deve ser conduzida por qualquer profissional com graduação ou pós-graduação em área ambiental, cujo conselho profissional o habilite a lidar com a fauna silvestre e doméstica.

        Última modificação: 08/07/2021 17h33

    • A quem compete a regulação e a fiscalização do Gerenciamento do Risco da Fauna nos aeroportos públicos?
      • De acordo com o Art. 8°, inciso XI, da Lei nº 11.182, de 27 setembro de 2005, cabe à Anac [...] expedir regras sobre segurança em área aeroportuária.

        Última modificação: 08/07/2021 17h33

    • O que é Área de Segurança Aeroportuária (ASA)?
      • A Lei nº 12.725/2012 instituiu como ASA uma área circular do território de um ou mais municípios, definida a partir do centro geométrico da maior pista do aeródromo ou do aeródromo militar, com 20 km (vinte quilômetros) de raio, cujos uso e ocupação estão sujeitos a restrições especiais em função da natureza atrativa de fauna.

        De acordo com a mesma lei, atividades atrativas ou potencialmente atrativas de fauna dentro da ASA são sujeitas à aplicação de restrições especiais, que podem compreender desde a sua adequação até a cessação das operações.

        A aplicação dessas restrições deve ser efetuada pela autoridade municipal, na ordenação e no controle do uso e ocupação do solo urbano, e pela autoridade ambiental, no processo de licenciamento ambiental e durante as atividades de fiscalização e controle. Cabe ainda à autoridade municipal a aplicação das sanções administrativas às atividades que estejam em desacordo com a legislação.

        Última modificação: 08/07/2021 17h33

    • A quem compete a regulação e a fiscalização de atividades que atraiam pássaros na Área de Segurança Aeroportuária (ASA)?
      • A ASA tem por finalidade a garantia da segurança da aviação civil, especificamente da navegação aérea. Portanto, é de competência do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos do Comando da Aeronáutica (CENIPA/COMAER) a edição de atos visando a evitar que atividades atrativas de fauna se instalem na ASA.

        Mais detalhes quanto à atuação do CENIPA podem ser encontrados em Risco de Fauna - CENIPA (fab.mil.br)

        Cabe salientar, ademais, que atividades atrativas ou potencialmente atrativas de fauna dentro da ASA podem ser sujeitas à aplicação de restrições especiais, que podem compreender desde a sua adequação até a cessação das operações. A aplicação dessas restrições deve ser efetuada pela autoridade municipal, na ordenação e controle do uso e ocupação do solo urbano, e pela autoridade ambiental, no processo de licenciamento ambiental e durante as atividades de fiscalização e controle.

        Última modificação: 08/07/2021 17h35

    • Para implantar um equipamento ou empreendimento que pode ser considerado como foco atrativo de fauna próximo ao aeroporto é necessária consulta prévia à ANAC?
      • Não.  Essas consultas devem ser direcionadas ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), responsável pela elaboração de pareceres técnicos para empreendimento ou atividade a ser instalada ou em operação na Área de Segurança Aeroportuária (ASA) de aeródromo brasileiro, nos termos do Plano Básico de Gerenciamento de Risco de Fauna – PCA3-3, disponível em PCA - Plano do Comando da Aeronáutica - PCA - Plano do Comando da Aeronáutica - CENIPA (fab.mil.br).

        Última modificação: 08/07/2021 17h36

    • O que é a Comissão de Gerenciamento do Risco da Fauna (CGRF)?
      • É uma comissão instituída pelo operador de aeródromo com representantes de órgãos públicos e de demais organizações da sociedade civil necessárias ao gerenciamento do risco da fauna provocado por focos atrativos e potencialmente atrativos situados na Área de Segurança Aeroportuária (ASA). As reuniões da CGRF devem ocorrer, no mínimo, a cada 12 (doze) meses.

        Última modificação: 08/07/2021 17h36

    • Tenho conhecimento de uma colisão de fauna com aeronave. O que devo fazer?
      • No caso de colisão, quase colisão ou avistamento de fauna, o fato deve ser reportado por meio da Ficha CENIPA 15, disponível no site do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA).

        Acesse aqui: REPORTE DE EVENTOS DE INTERESSE COM FAUNA – Sistema de Gerenciamento de Risco Aviário - Sigra (aer.mil.br)

        O operador do aeródromo deve estabelecer uma rotina de procedimentos para preencher e encaminhar relatos de eventos de segurança operacional envolvendo fauna e aeronaves, de observação de aglomeração de aves no entorno do aeródromo que tenham provocado ou possam vir a provocar impacto nas operações aéreas, além de carcaças de animais localizadas na área operacional cuja morte tenha sido oriunda de colisão com aeronave ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos – CENIPA, conforme item 153.505(h) do RBAC 153.

        Última modificação: 08/07/2021 17h37

    • O risco de fauna pode gerar restrições às operações de um aeródromo?
      • Sim. Sempre que tomar conhecimento de situações que comprovadamente possam provocar risco inaceitáveis às operações aéreas, seja por intermédio de fiscalização ou recebimento de relatos ou denúncias, a ANAC poderá, a qualquer tempo, exigir de qualquer operador de aeródromo a execução de procedimentos para a mitigação do risco da fauna, podendo ainda impor restrições operacionais ao aeródromo, nos moldes do RBAC 153.

        Última modificação: 08/07/2021 17h37