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Operação detecta 24 aeronaves irregulares no 3º dia

Balanço final será apresentado na próxima semana
publicado: 10/05/2013 17h34, última modificação: 10/08/2017 18h30

Brasília, 10 de maio de 2013 – Na última quinta-feira (09/05), terceiro dia da 3ª Operação Especial de Fiscalização da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), iniciada em 07/05, a Agência impediu que 24 das 78 aeronaves vistoriadas levantassem voo por conta de irregularidades constatadas. O impedimento é mantido até que o operador de cada aeronave regularize as pendências encontradas pela fiscalização. A Operação, que  é realizada em conjunto com outros órgãos públicos simultaneamente em seis aeródromos de São Paulo e cidades próximas, termina nesta sexta-feira (10/05).

A fiscalização reúne representantes da Receita Federal, Polícia Federal e Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), com a coordenação da Secretaria de Aviação Civil (SAC). Na última quinta-feira (09/05), o DECEA fiscalizou 867 planos de voo. Na próxima semana, será apresentado o balanço geral da fiscalização. Nos três primeiros dias da fiscalização foram abordadas 287 aeronaves e fiscalizados 2473 planos de voo.

Desde janeiro de 2013, a ANAC tem realizado operações especiais de fiscalização na aviação geral, em conjunto com outros órgãos do Governo federal e dos estados, com objetivo de identificar irregularidades e, ao mesmo tempo, atuar de forma preventiva. Desde o início do ano, foram duas operações: no Rio de Janeiro (capital) e na região de Angra dos Reis (RJ). Nesta semana, a terceira operação especial ocorre em São Paulo, capital e cidades vizinhas. Outras fiscalizações especiais estão programadas para 2013.

A atuação conjunta da ANAC com outros órgãos tem propiciado resultados de forma mais rápida e eficaz, tal como o aviso, pela Receita Federal, sobre a necessidade de retenção da aeronave de prefixo PR-CTL, por irregularidades no processo de importação.

No último final de semana, foi preso em flagrante o piloto Felipe Ramos Morais, em Curvelo (MG), por irregularidade no transporte de passageiros e na documentação da aeronave. Desde fevereiro passado, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) atuava em conjunto com a Polícia Federal e autoridades policiais e prefeituras de Minas e São Paulo, onde o piloto voava de forma irregular. Na fiscalização da Agência em fevereiro, a aeronave havia sido apreendida em Santa Fé do Sul (SP), por estar com inspeção anual vencida e com o certificado de aeronavegabilidade cancelado. A ANAC autorizou o traslado da aeronave por meios terrestres para que a manutenção fosse realizada, entretanto, o piloto desrespeitou a determinação e operou o helicóptero.

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Atualizado em 17/09/13, às 10h13